A cada curva, a cada mudança no relevo, a cada árvore que passa você fica mais tenso e ao mesmo tempo mais fascinado com o que vê. As câmeras, colocadas nos capacetes dos pilotos mostram, em primeira pessoa, todas as sensações de se estar voando. Mas não é como nos sonhos de crianças, isso realmente está acontecendo, e as pessoas que estão passando como foguetes são na verdade BASE jumpers vestidos com wingsuits. Essa roupa possibilita a eles a sensação mais próxima que o homem pode ter de voar como um pássaro.

Essa modalidade, muito recente, é chamada de Proximity Fly. Nela, os pilotos, voam descendo montanhas gigantescas percorrendo caminhos com estreitas passagens, fazendo manobras que os permitem passar o mais perto possível dos obstáculos em seu caminho. Não é a toa que ele é considerado o esporte mais extremo que existe no momento.

Esses caminhos, ou linhas, são os trajetos que os pilotos de wingsuit fazem ao longo do voo. Quanto melhor é essa linha, maior é a sensação de estar realmente voando, por ter cada vez mais a real sensação de velocidade.

Uma dream line é então a linha dos sonhos para o proximity flyer. Nela, o piloto consegue ficar cada vez mais tempo no limite de tocar todos os relevos por onde passam. E é isso que a série de curtas chamada Dream Lines mostra.

Jokke_Sommer

Nessa última sexta (25/01/2013), saiu a quarta parte com as melhores imagens do ano de 2012 dos pilotos Robert Pecnik, Ludovic Woerth e Jokke Sommer.

Curta o vídeo irado desses pioneiros dos esportes extremos:

About The Author

Mineiro radicado na cidade sorriso que, para quem não conhece, é Curitiba. Com 29 anos de idade, é formado em Engenharia Elétrica pela UFPR. Amante de tudo que envolve a natureza. Seus hobbies são: Paraquedismo, Montanhismo, Corrida, Ciclismo, Escalada (atualmente somente indoor) e principalmente viagens.

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