É assim com qualquer nova tecnologia que surge. Primeiro é apontada como irrelevante, depois amaldiçoada e, aos poucos, vai ocupando espaço em nossas vidas (algumas chegam ao ponto de fazer você nem se lembrar como era a sua vida sem elas).
Com o drone não podia ser diferente.

Enquanto no EUA tem gente atirando em drone com medo de espionagem e aqui no Brasil ainda aguardamos uma regulamentação da ANAC para que possamos utilizá-los legalmente, no Irã tem gente buscando soluções bem interessantes para salvar vidas com a ajuda desses veículos remotamente controlados.

Motivados pela ideia de evitar acidentes de afogamento no mar Cáspio, a empresa iraniana RTS Lab trabalha no desenvolvimento de drones capazes de identificar e lançar boias de salvamento para uma ou mais vítimas no meio do mar.

Equipado com luzes, sensores térmicos e uma câmera com streaming de vídeo, o drone é capaz de trabalhar mesmo à noite, ou em condições de grande nebulosidade.
O Pars – como foi batizado por seus criadores – possui capacidade de voar a 27 km/h e cobrir uma área com raio de  até 4,5 km. Em seu primeiro teste, o drone chegou a ser 4 vezes mais rápido que um guarda-vidas (humano), alcançando uma suposta vítima a 75m de distância da costa em meros 22 segundos.

Seus criadores deixam claro que o objetivo do Pars não é substituir o profissional guarda-vidas, mas oferecer mais uma ferramenta de auxílio a emergências onde o tempo de resposta pode fazer a diferença entre a vida e a morte.

Além de salva-vidas os drones vem sendo testados no mundo todo em inúmeras funções vitais para o ser humano, inclusive como uma espécie de desfibrilador “delivery”, diminuindo consideravelmente o tempo de resposta em emergências.

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Não se conforma com um dia de apenas 24 horas. Entre faculdade, trabalho e MundoCrux, ainda encontra tempo para remar, correr e pedalar. Já pedalou por 6 países da América do Sul e ainda sonha dar a volta ao mundo de bicicleta.

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